Governo Lula é reprovado por 52% e aprovado por 45%, aponta pesquisa

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva em evento público (Foto: Instagram)

O último levantamento da Real Time Big Data, divulgado na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, revela que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta reprovação de 52% dos entrevistados, enquanto 45% aprovam o governo. Esses números apontam que mais da metade dos eleitores brasileiros demonstrou insatisfação com as políticas adotadas pela administração petista, em um momento de intensos debates sobre economia e programas sociais.

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A pesquisa ouviu 2.000 eleitores de todas as regiões do país entre 19 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo teve custo de R$ 30.000, financiado com recursos próprios da empresa, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04202/2026. A íntegra do relatório em PDF (25 MB) está disponível para consulta.

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Quanto à avaliação geral do governo, 45% dos entrevistados classificaram a administração como ruim ou péssima, 22% a consideraram regular e 32% avaliaram-na como ótima ou boa. Esses percentuais mostram uma divisão acentuada na opinião pública, com quase metade desaprovando frontalmente o desempenho do Executivo, enquanto um terço mantém visão positiva.

Em cenários de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registrou 45% das intenções de voto contra 44% de Lula em um eventual embate direto. No levantamento anterior, de 1º de setembro, ambos apareciam empatados com 44%. Em outro confronto, dessa vez com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o presidente e o pessedista também empataram em 44%, evidenciando alto grau de competitividade entre os candidatos.

No único cenário de primeiro turno testado, Lula liderou com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro ficou em segundo lugar com 37%. A diferença de quatro pontos percentuais confirma vantagem inicial para o petista, mas reforça a fragmentação do eleitorado e a possibilidade de oscilações conforme surgirem novos nomes na disputa.

A rejeição aos principais concorrentes também foi aferida: 50% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum em Lula, e 49% afirmaram o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro. Esses índices demonstram o alto nível de antipatia em relação às figuras políticas de maior expressão na corrida presidencial de 2026.