
Memorial no vestiário do BK Forward relembra Hugo Mosshagen, goleiro de número 22 morto em tiroteio em Örebro. (Foto: Instagram)
Em Örebro, na Suécia, o goleiro Hugo Mosshagen, de 20 anos, do BK Forward, foi atingido por disparos em uma rua de bairro residencial na noite de um jogo da equipe. O jovem atleta, que atuava na terceira divisão do futebol sueco, foi socorrido imediatamente por equipes de emergência e levado ao hospital mais próximo, onde acabou não resistindo aos ferimentos.
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Segundo a polícia local, os criminosos tinham outra pessoa como alvo e confundiram Hugo com seu verdadeiro objetivo. Testemunhas relataram que dois homens chegaram em um carro e efetuaram os disparos contra o grupo em que o goleiro se encontrava antes de fugirem rapidamente do local.
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As autoridades descartaram qualquer ligação de Hugo Mosshagen com organizações criminosas ou gangues locais. O inquérito policial avança com o auxílio de cães farejadores, análise das imagens registradas pelas câmeras de segurança da vizinhança e coleta de depoimentos de moradores e colegas de equipe.
Nas redes sociais, o BK Forward emitiu nota de pesar pela morte do atleta. “A tristeza é grande, mas, em meio à escuridão, a memória de Hugo continua viva”, escreveu o clube, que também ofereceu apoio psicológico aos companheiros de time e familiares.
O pai do jogador, Joakim Gunnarsson, concedeu entrevista ao jornal Expressen e desabafou: “É um vazio imenso. Num segundo você sente raiva, no outro, tristeza. Foi algo completamente desnecessário”. Familiares e amigos têm se reunido para prestar homenagens e cobrar justiça.
O caso reacende o debate sobre segurança pública em Örebro e na Suécia como um todo. Mesmo em bairros considerados pacatos, o episódio demonstra como a violência armada pode atingir jovens inocentes, mobilizando autoridades a reforçar o policiamento e a instalação de mais câmeras de vigilância.







