
Engenheiro ambiental de 30 anos morreu após ser encontrado desacordado em Santos. As circunstâncias da agressão ainda são investigadas. (Foto: Instagram)
O engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, morreu neste domingo (25), depois de ser espancado em Santos, no litoral de São Paulo. Ele havia sido encontrado desacordado na madrugada de sábado (24), após se afastar de uma apresentação musical durante um ato de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online
Marcelo acompanhava uma apresentação da Banda Esquerdantina na região da Avenida Conselheiro Nébias. Por volta das 3h de sábado, afastou-se dos amigos para ir ao banheiro e não retornou. Os colegas, preocupados com a demora, começaram a procurá-lo e o encontraram inconsciente na esquina da avenida com a Rua Henrique Ablas.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
O engenheiro também cursava mestrado. Ele recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado à Santa Casa de Santos, onde permaneceu internado até a confirmação de sua morte. As informações divulgadas não detalham a gravidade dos ferimentos nem o momento em que ocorreu a agressão.
A identidade dos responsáveis e as circunstâncias do espancamento ainda não haviam sido esclarecidas. Também não havia confirmação de que o ataque tivesse sido motivado por divergências políticas ou por homofobia, apesar de a agressão ter ocorrido após um evento de apoio ao presidente.
A Banda Esquerdantina manifestou solidariedade a Marcelo e aos familiares, cobrou a apuração do caso e a responsabilização dos envolvidos. O grupo também repudiou a homofobia e alertou para os riscos de naturalizar a violência e a intolerância.
Familiares e pessoas próximas passaram a pedir esclarecimentos sobre o ataque. Até as informações divulgadas, não havia confirmação de suspeitos identificados ou de prisões relacionadas ao caso. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi procurada para comentar a ocorrência, mas não havia respondido nas publicações consultadas.








