
Funcionária nos Estados Unidos pediu oito semanas de licença remunerada após adotar um filhote de golden retriever. O caso foi encaminhado ao RH e gerou opiniões divergentes. (Foto: Instagram)
Uma funcionária nos Estados Unidos entrou em conflito com a chefia depois de pedir um benefício trabalhista. A solicitação foi encaminhada ao setor de Recursos Humanos e ganhou repercussão após a superior relatar o caso publicamente. A reportagem foi publicada em 26/10/2026.
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A trabalhadora solicitou oito semanas de licença remunerada após adotar um filhote de golden retriever com oito semanas de vida. Ela disse que estava tendo o sono interrompido a cada duas horas e precisava de tempo para se adaptar aos cuidados com o animal.
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A funcionária também afirmou que deveria poder criar vínculos com o cachorro durante o período inicial da adoção. Ela questionou por que um benefício semelhante seria restrito a pessoas que dão à luz.
A situação ganhou destaque depois que a superior contou ter sido acusada de insensibilidade com mulheres que enfrentam problemas de fertilidade. Segundo o relato, a trabalhadora ameaçou registrar uma queixa por discriminação caso o afastamento fosse recusado.
Com o impasse, a chefia marcou uma reunião com o departamento de Recursos Humanos para discutir o pedido. O caso também foi comentado no programa de rádio australiano Jonesy & Amanda, apresentado por Amanda Keller e Brendan Jones.
As reações de ouvintes e usuários das redes sociais foram diversas. Algumas pessoas defenderam opções como férias ou trabalho remoto; outras avaliaram que adotar um animal não dá direito à mesma licença concedida após o nascimento de um filho. Até a publicação da reportagem, não havia informação sobre uma decisão definitiva da empresa nem sobre a formalização da queixa.








