
Polícia Civil identifica grupo suspeito de aplicar golpes em idosos em caixas eletrônicos de Guarulhos. (Foto: Instagram)
A Polícia Civil de Guarulhos identificou um grupo suspeito de aplicar golpes contra idosos em caixas eletrônicos. Uma mulher foi presa, enquanto outros dois suspeitos, que também têm ordens de prisão, continuavam sendo procurados, segundo informações divulgadas na terça-feira (03).
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A abordagem começava com uma oferta de ajuda dentro de uma agência bancária. Imagens de segurança registraram três pessoas atuando de forma coordenada: uma mulher se aproximava do cliente, outro integrante dizia ser funcionário do banco e um terceiro tentava movimentar o terminal enquanto a vítima se distraía.
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A investigada presa foi identificada como Beatriz Souza. Conforme a apuração policial, o grupo dizia que o caixa apresentava um problema e orientava o cliente a usar outra máquina. Quando a pessoa se afastava, um dos suspeitos tentava acessar a conta que havia ficado aberta no terminal.
Em uma das ocorrências registradas, o cliente, um idoso, percebeu a tentativa e conseguiu impedir que o golpe fosse concluído. A polícia identificou pelo menos cinco casos semelhantes em um período inferior a seis meses.
Os investigados também publicavam nas redes sociais imagens em que exibiam dinheiro, bebidas e veículos de luxo. A investigação aponta que a atuação ocorria dentro de agências bancárias, com os suspeitos dividindo funções para distrair as vítimas e tentar movimentar suas contas.
O caso reforça as orientações do Banco Central e da Federação Brasileira de Bancos: clientes devem evitar aceitar ajuda de desconhecidos para sacar dinheiro, pagar contas ou realizar outras operações em caixas eletrônicos. Se houver dificuldade durante o expediente, a recomendação é procurar um funcionário identificado da agência.
Também é importante encerrar ou cancelar a operação antes de sair do terminal. Ninguém deve entregar cartão ou senha a uma pessoa apenas porque ela afirma trabalhar no banco. Se identificar uma movimentação desconhecida, o cliente deve contatar a instituição pelos canais oficiais e guardar as informações da transação.








