
Renata Rebeca Negrão Saldanha dos Santos, de 26 anos, morreu após cair do sétimo andar de um hotel em São Luís. A Polícia Civil investiga o caso como morte acidental. (Foto: Instagram)
Renata Rebeca Negrão Saldanha dos Santos, de 26 anos, morreu na madrugada de terça-feira (03) após cair do sétimo andar de um hotel em São Luís, no Maranhão. Ela estava na cidade com o namorado para participar de um campeonato de pôquer.
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Segundo a Polícia Civil, Renata tentou se sentar no batente de uma janela no corredor do Rio Poty Hotel, no bairro Ponta d’Areia. A estrutura de alumínio se soltou, causando a queda. O caso é investigado como morte acidental.
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O circuito de segurança do hotel registrou Renata com o namorado no corredor pouco antes do acidente. Conforme a investigação, os dois procuravam a chave do quarto quando ela se sentou perto da janela e apoiou as costas na estrutura. Após a peça se desprender, Renata caiu sobre uma marquise na entrada do estabelecimento. O namorado ficou parado por alguns segundos e depois foi abordado por um funcionário.
O delegado George Marques, da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), afirmou que as imagens examinadas pela polícia não mostram agressão ou empurrão. O namorado prestou depoimento e foi liberado. Ele disse que havia consumido bebidas alcoólicas naquela noite e que não se lembrava do momento da queda.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão informou que a Perícia Oficial fez exames no hotel para apurar o que causou o desprendimento da estrutura. Até a divulgação da nota, não havia conclusão técnica sobre as causas do acidente nem sobre possíveis irregularidades na instalação da janela. A Polícia Civil aguarda os resultados periciais para esclarecer as circunstâncias da morte.
Em nota, o Rio Poty Hotel lamentou a ocorrência e manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Renata. O estabelecimento afirmou que se colocou à disposição das autoridades desde o início e que acompanha a investigação, respeitando a atuação da Polícia Civil. Também declarou que a segurança e o bem-estar de hóspedes, funcionários e visitantes são prioridades e que mantém o compromisso de avaliar e aprimorar seus procedimentos de prevenção. Em respeito à vítima, à família e às autoridades, informou que não faria especulações sobre o caso.
Natural de Ananindeua, no Pará, Renata deixou dois filhos pequenos. Amigos publicaram mensagens de despedida nas redes sociais. O corpo foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) na tarde de terça-feira, e a previsão era de que o velório fosse realizado na cidade onde ela morava.








