
O ataque combinado dos EUA e de Israel realizado neste sábado (28) causou 555 mortes e deixou ao menos 747 feridos, conforme levantamento do Crescente Vermelho, entidade humanitária que atua em nações de maioria muçulmana. Equipes de socorro relataram cenas de destruição em diferentes pontos do país, enquanto as autoridades contabilizam os vítimas e avaliam os estragos provocados pelos bombardeios.
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O presidente americano, Donald Trump, afirmou que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi morto durante a ofensiva. Horas mais tarde, o próprio governo iraniano confirmou a morte do aiatolá, marcando um desdobramento inédito na escalada de tensão entre as duas nações.
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Ao longo do dia, explosões foram ouvidas em Teerã e em dezenas de outras cidades do Irã, segundo relatos de moradores e agências de imprensa. Em retaliação ao ataque, o governo iraniano lançou mísseis contra alvos em Israel e realizou bombardeios a bases militares americanas no Oriente Médio, incluindo instalações no Catar, nos Emirados Árabes Unidos, no Kuwait e no Bahrein.
O Exército dos Estados Unidos comunicou que não houve feridos entre suas tropas. De acordo com as Forças Armadas americanas, os danos sofridos nas bases atingidas foram considerados mínimos, sem prejuízo significativo à infraestrutura.
Na manhã deste sábado, as forças dos EUA e de Israel coordenaram um ataque aéreo a diversas localidades iranianas. Em resposta imediata, Teerã disparou projéteis contra território israelense e anunciou novos bombardeios a bases norte-americanas instaladas na região, aumentando o risco de um conflito aberto no Oriente Médio.
Agências internacionais informaram que mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e a instalações associadas ao aiatolá Khamenei, em Teerã. A agência Fars também registrou explosões em cidades como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. Pouco depois, as autoridades fecharam o espaço aéreo do Irã, mas ainda não há confirmação oficial sobre o número total de vítimas ou a extensão dos estragos.
Este foi o segundo ataque direto dos EUA ao Irã em menos de um ano. Em junho de 2025, militares americanos bombardearam instalações nucleares iranianas em apoio a Israel, que à época enfrentava confrontos diretos com Teerã. A ofensiva atual ocorre após semanas de negociações diplomáticas entre Washington e o governo iraniano, com o objetivo de limitar ou encerrar o programa nuclear do país.







